QUERIDO PAI,
Este domingo é dia dos pais e eu tenho pensado muito em você. Passei a semana toda com a mesma pergunta me martelando a cabeça: o que é um pai? E hoje, depois de sonhar com você, finalmente acordei com a resposta: pai é um sujeito que tem filhos. Tão simples! Sem filho não existe pai, entendeu? Vou explicar melhor porque você é meio tapado (ou se faz de tapado, não sei. Mas desempenhou tanto esse papel na família que agora não consegue mais sair dele). Pai: sem mim você não é n-a-d-a! Portanto, nesse seu dia, leia essa carta com atenção e trate de fazer exatamente o que eu mando.
Já que você só é pai graças a mim nada mais justo do que, no seu dia, você homenagear a sua razão de viver: eu. E vou logo te ajudando para que você não esquente a sua cabeça tentando descobrir como fazer isso: quero um carro importado e um apartamento em meu nome. Quero também que você contrate um jornalista para escrever a minha biografia. Tem que ser um dos bons, desses que você confia e que vivem escrevendo coisas a teu favor nos jornais. Também vou precisar de uma plástica, é claro. Ou várias plásticas, ainda não sei ao certo. Vai depender de uma conversa com o diretor que for filmar o meu livro. Ah, você vai financiar o filme, não vai, paizinho?
Eu sei perfeitamente que vai ser difícil atender todos esses meus pedidos. Mas poxa, papai, é o seu dia! Além do mais, mamãe continua em meu poder e você nunca vai descobrir onde é o cativeiro dela. Nem adianta falar com aquele delegado amigo seu. Eu falei primeiro e foi ele quem me arranjou o cativeiro.
Papi, apesar de estar lhe proporcionando tudo isso no seu dia eu também preciso de um help, de uma orientação. É sobre o apartamento que você vai me dar. Não sei se te peço em Nova York ou Paris. É, porque se tem uma lição que eu aprendi com você é que não tem a menor graça morar no Brasil, com toda essa violência e essa gentinha. Sem falar nos políticos, essa corja de ladrões que a gente vive tendo que comprar.
Well, daddy, o que mais posso te dizer? Seja feliz e não me faça esperar. Você sabe como a ansiedade mexe com meus nervos. Ah, vi uma foto sua no jornal. Caramba, se eu passasse por você na rua era capaz de não te reconhecer, sabia? Cortei a foto e botei no lugar da que eu tinha, você comigo no colo. Estou olhando pra ela enquanto escrevo essas linhas. Nossa, você está acabado!
Beijos
Do teu Filho.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
UM CASO CRÔNICO
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Cesar Cardoso,
Crônica,
DIA DOS PAIS.
PLEASE MISTER POSTMAN
MEU E MAIL
cesarcar@uninet.com.br
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©Cesar Cardoso, 2009. Todos os direitos reservados. Que as pulgas infectadas de 500 camelos infestem a cama de quem publicar algum texto daqui sem avisar nem dar meu crédito.
sábado, 1 de agosto de 2009
CAIU NA REDE É PIXEL






TRANS
FORMA
DORES
Alguns pterossauros se esqueceram de entrar em extinção
e nos espreitam do alto dos postes,
enquanto se alimentam de energia elétrica.
Há quanto tempo estão ali sem que nos déssemos conta?
Há quanto tempo nos olham sem olhos?
Essas fotografias foram realizadas em diversos bairros
das cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo,
em dias ensolarados entre os anos de 2006 e 2008.
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Cesar Cardoso,
Fotografia.,
TRANS/FORMA/DORES
CHIPS – o prazer da batata & o poder do circuito –
PIERT FABEL E O PROSAR CLUS
"O século XII deixou-nos as canções de Arnaut Daniel e de Raimbaut D'Aurenga. Mas Piert Fabel com seu prosar clus (prosa hermética) foi o precursor e mestre dos grandes trovadores que influenciaram a literatura do sudeste europeu. Reinventor da abandonada tradição da poesia em prosa, Fabel canta uma ousada relação amorosa homem/mulher, que acaba por levá-lo à morte sob tortura nas prisões da Inquisição. Seu supremo engenho foi quase todo queimado. Apenas oito textos incompletos sobrevivem e chegam inexplicavelmente a nosso tempo e nossos olhos. Um deles reproduzo aqui:
EN TEL AMOR
Mireolhei en ella para com todu forço, qual gostoin ella eran, qual bonitura ella eran.
Envirei pirata en olho dela, de todos melhures maneiros. Nen carroceira, nen canruage, nen passeiande de ten a pié, só en gosto de sello à toa. Der entornei a consoir, gentil lelira caçadereira qui a min de min caças devano, eu, desvaleiro de tan trigonços chabatizmado por min de me. Y eu de min sen me tambein, scudeiro seu ante de antes, despois prostrado perante sus. Desan mentiu, despaço trus.
Que fue banqui sentimentau, mornadei lheiras y trechorei por todu min corasson desto, en desrefiu hei versos tus, mesa marquisa, qui de premiu e conseliu por de frandanças, armau venturas, de darnos rizo, rejucundae dama de siso? Dama resplente, qui de castelho mirado rau de arragrades non fui destarte, non claro puiso.
De voi cantar moderas tristes, pios de voi rescribu carteas de mor en plus, plus tambein cor, qui cestra mode e por tal forme comu ventiro dequel nenínguem sensin labor nin derramor di lagrimejas en tel amor. "
O texto acima me foi enviado pela poeta e escritora Maira Parulla, amiga desde os tetos furados da faculdade de Letras. Ele está no livro "The Unfound Tradition", escrito em 1954 durante a estada de Ezra Pound no St. Elizabeth's Hospital na qualidade de "louco incurável mas inofensivo", segundo os diagnósticos médicos.
Quem quiser conhecer mais de Maira, seu blog é o Prosa Caótica (HTTP://www.prosacaotica.blogspot.com ) । Quem quiser conhecer mais de Ezra Pound é só se dirigir às boas livrarias do ramo. Quem quiser conhecer mais de Piert Fabel, aí a coisa complica.
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PROSAR CLUS.
AVISO AOS NAUFRAGANTES

SUÍTE ICONOCLASTAEsse o título na nova exposição de Hélio Jesuíno. Num tempo em que as artes são mais um sabonete tentando achar seu nicho no mercado, Hélio desinveste, desfaz, desolha. Sua suíte iconoclasta é uma cirurgia carnavalesca na história da imagem. Vale a pena refazer nossos olhares nos trabalhos dele. A exposição vai de 3 a 21 de agosto e pode ser vista de segunda a sexta, das 10 às 18hs, na sala Manuel Bandeira da Academia Brasileira de Letras. (Esta sala fica bem na esquina com a Av. presidente Antonio Carlos.)
E depois convém tomar uma cerveja acompanhada de sanduíche de rosbife, ou de uma porção de presunto de Parma com salada de batata, no famoso Villarino, bem em frente à Academia. Reza a lenda que ali Tom Jobim foi apresentado a Vinícius de Morais, que procurava um compositor para iniciar seu novo projeto – Orfeu da Conceição. E Tom, então um pianista em início de carreira e batalhando a grana pro aluguel de cada mês, teria dito ao já famoso poeta: e não tem um dinheirinho nisso aí?
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EXPOSIÇÃO.,
GRAVURAS,
HÉLIO JESUÍNO
- LHUFAS - coisa com coisa nenhuma –
NASCER
O ovo é o câncer da galinha. A galinha é o passado da canja. A canja é o efeito colateral da gripe. A gripe é o escritório do termômetro. O termômetro é o símbolo fálico do suvaco. O suvaco é uma axila que não tem erudição. A erudição é um cachorro sem mato. O mato é o cabelo da terra. A terra é o apartamento da minhoca. A minhoca é o desejo do peixe. O peixe é o homem da água. A água é uma invenção da sede. A sede é uma fome em forma de líquido. O líquido é uma forma de liquidação. A liquidação é a literatura do extermínio. O extermínio é o gozo do poder. O poder é o sorriso da mordida. A mordida é o sexo do dente. O dente é o nocaute do vampiro. O vampiro é a porção voadora da masturbação. A masturbação é o consumo do sonho. O sonho é a Marilyn Monroe do sono. O sono é o provisório do eterno. O eterno é a desculpa esfarrapada de deus. Deus é o almoxarifado do medo. O medo é o garfo e a faca da coragem. A coragem é o sexto mandamento do cinema. O cinema é o pânico da pipoca. A pipoca é a borboleta do milho. O milho é uma civilização. A civilização é um parto partido ao meio. O meio nunca é igual a seu irmão. O irmão é a diferença da repetição. A repetição é o aprendizado e sua morte. E a morte é o fim botando um ovo.
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Cesar Cardoso,
HAICONTOS,
NASCER.
“NÚNCARAS”
A solidão e sua porta
Quando mais nada resistir que valha
A pena de viver e a dor de amar
E quando nada mais interessar
(Nem o torpor do sono que se espalha)
Quando pelo desuso da navalha
A barba livremente caminhar
E até Deus em silêncio se afastar
Deixando-te sozinho na batalha
A arquitetar na sombra a despedida
Deste mundo que te foi contraditório
Lembra-te que afinal te resta a vida
Com tudo que é insolvente e provisório
E de que ainda tens uma saída
Entrar no acaso e amar o transitório.
Carlos Pena Filho
O poeta pernambucano Carlos Pena Filho escrevia sonetos como esse acima. Aos 20 e poucos anos levou 30 tiros numa manifestação política. Mas morreu de acidente automobilístico, aos 31. Conviveu com Manuel Bandeira, João Cabral, Joaquim Cardozo e outros de Recife. E teve poemas musicados por Capiba e Alceu Valença. Musicalidade, visualidade e grandes sonetos eram algumas de suas marcas.
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A SOLIDÃO E SUA PORTA.,
CARLOS PENA FILHO,
SONETO
UM CASO CRÔNICO
VOCÊ É O MELHOR DE TODOS!
Eu não faço a menor idéia de quem você é, mas você já veio aqui ver porque eu digo que você é o melhor de todos. Ora, só pra te fisgar. Na verdade você é um peixinho bobo como todo peixinho. Um elogio do tamanho de uma minhoquinha se mexendo no oceano de um blog já é o suficiente para te fisgar.
Mas não se zangue comigo. Estou apenas constatando uma verdade. Se te serve de consolo, eu também sou assim. E não adianta tentar esconder. Eles sabem que nós somos assim.
Quem são eles? Eles são os caras que fazem as propagandas, os anúncios, a publicidade. Os novos apóstolos. Sim, porque a publicidade é a bíblia moderna, é a nova constituição, é a verdadeira declaração universal dos direitos do homem. Você tem o direito de comprar, adquirir, alugar, fazer leasing, arrendar, a prazo, à vista, sem juros, no cheque, no cartão, com dinheiro ou sem dinheiro, tudo facilitado, tudo! Tudo que você não precisa mas que vai segredar no seu ouvidinho que você é o tal, sem defeitos, só perfeição. Além de lindo e tesudo.
Sim. No maravilhoso, estonteante e megapower mundo da publicidade é tempo de elogios, de adjetivos. Sempre. Chega de críticas que não levam à nada. Ou pior, te levam a perceber que você é uma pessoa cheia de defeitos, que não educou direito os filhos, que não amou o suficiente a mulher ou o marido, que não ligou pra sua mãe, coitadinha, viuvinha, vivendo da pensãozinha do INSS, que não realizou nem um décimo dos sonhos que tinha... Nem é bom pensar, pensar só traz aporrinhação. O bom mesmo é sonhar. E pra não pensar, sem taquicardias nem suspiros, e sonhar-sonhar-sonhar em tecnicolor, em digital-surround-sound, em nunca-vi-cores... nada melhor do que uma boa publicidade.
Ah, que delícia! Um mundo de chocolates cremosos que escorrem de carros possantes que pegam mulheres possantes que sorriem dentes possantes! Venha, venha fazer uma lipoaspiração nos seus fracassos, venha botar silicone nas suas frustrações, venha fazer o download dos seus sonhos. Sua vida vai ser um viagra sem fim. Venha gritar gol! e ter a felicidade do gol sem precisar de bola, chuteira, correria, cansaço. E sem apito final. Quer droga melhor do que essa?
E não se envergonhe de fazer parte desse mundo. Até Deus faz publicidade e é dono de uma agência, a maior de todas: a igreja. Os dez mandamentos foram o primeiro outdoor da história. O Espírito Santo, a primeira garota-propaganda, uma espécie de ancestral da Neide Aparecida. E todos os outros deuses, como os políticos, por exemplo? Eles também são eleitos pela publicidade, não são? Então, venha você também ser um eleito. Olhe em volta do seu quarto, da sua casa, do quarteirão, do bairro, da cidade, do país, do continente, do hemisfério, do planeta enfim... É tudo publicidade. O que é um colar, senão uma propaganda dos peitos? Ei, olhem pra cá. Adivinhem quem está por aqui! E o que são os peitos, senão a mais bem bolada embalagem de leite, revelando um dos grandes truques da publicidade: a embalagem é sempre muito mais gostosa do que o produto.
Viu só? Como eu falei, eles te fazem se sentir o tal, o melhor de todos. E você não quer ser o melhor de todos? Claro que quer! Não sonha toda noite com isso quando chega do trabalho e se mete no banho quente pra relaxar e esquecer o quanto se aborreceu e se frustrou em mais um dia de trabalhinho ridículo nessa sua vidinha de merda? Pois é, eles sabem disso e vão na mosca. E você é a mosca, se debatendo na teia da aranha e achando a teia uma cama de seda e a aranha uma Giselle Bunchen com oito coxas pra te agarrar e te alisar.
E agora que você já leu esse texto, preencha o cupom, junte dez rótulos e concorra a milhões em prêmios, a bilhões de viagens interplanetárias, a trilhões de bocas e peitos e bundas deliciosas. Tudo à sua escolha. Porque aqui é você quem manda!
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Cesar Cardoso,
Crônica,
HUMOR.
IMPRESSÕES DIGITAIS
DEZ DOSES
Mark Twain era o pseudônimo de Samuel Langhorne Clemens. Teve uma vida atribulada, viajou bastante, faliu muito e exerceu mais de dez profissões, entre elas e de piloto de barcos no rio Mississipi. Segundo Hemingway, “toda a literatura moderna americana adveio de um único livro de Mark Twain chamado ‘Huckleberry Finn’.” Também foi grande humorista, ótimo frasista e excelente pinguço, como mostram as frases abaixo, que extrai e traduzi de vários artigos de jornal escritos por ele.
Alice Barreira
10 - Você é daqueles que, à noite, deita a cabeça no travesseiro e dorme tranquilo? Ninguém te contou que é a essa hora que os bares estão mais animados?
9 - Nunca tive problemas com bebida. Entre um copo e outro sou completamente abstêmio.
8 - Há bares que vêm para o bem!
7 - A bebida arruína o relacionamento familiar. Se for encher a cara, deixe a família em casa.
6 - Meu médico me aconselha a prática de exercícios após as refeições. E eu sempre corro antes que o garçom traga a conta.
5 - Todos nós sentados nessa mesa de bar, numa alegria contagiante! E não faz nem vinte anos que nós éramos o futuro da humanidade.
4 - Cuidado com a ingestão de substâncias químicas. O oxigênio, por exemplo, é uma droga perigosa que causa dependência e pode até levar à morte. Ser você não acredita tente parar de respirar.
3 - Mesmo quando bebo eu nunca me esqueço de nada, com excessão daquilo que não me recordo.
2 - Detesto viagens. A gente demora um tempo enorme pra chegar no bar. E nem conhece o garçom.
1 - Eu bebo por medo dos terremotos. Antes que a terra balance, balanço eu mesmo.
SAIDEIRA – Qual o problema de viver entre as garrafas? Os gênios passam mil anos lá dentro e ainda saem realizando nossos desejos।
10 - Você é daqueles que, à noite, deita a cabeça no travesseiro e dorme tranquilo? Ninguém te contou que é a essa hora que os bares estão mais animados?
9 - Nunca tive problemas com bebida. Entre um copo e outro sou completamente abstêmio.
8 - Há bares que vêm para o bem!
7 - A bebida arruína o relacionamento familiar. Se for encher a cara, deixe a família em casa.
6 - Meu médico me aconselha a prática de exercícios após as refeições. E eu sempre corro antes que o garçom traga a conta.
5 - Todos nós sentados nessa mesa de bar, numa alegria contagiante! E não faz nem vinte anos que nós éramos o futuro da humanidade.
4 - Cuidado com a ingestão de substâncias químicas. O oxigênio, por exemplo, é uma droga perigosa que causa dependência e pode até levar à morte. Ser você não acredita tente parar de respirar.
3 - Mesmo quando bebo eu nunca me esqueço de nada, com excessão daquilo que não me recordo.
2 - Detesto viagens. A gente demora um tempo enorme pra chegar no bar. E nem conhece o garçom.
1 - Eu bebo por medo dos terremotos. Antes que a terra balance, balanço eu mesmo.
SAIDEIRA – Qual o problema de viver entre as garrafas? Os gênios passam mil anos lá dentro e ainda saem realizando nossos desejos।
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MARK TWAIN
PATAVINA’S NEWS
Fiquem agora com as últimas notícias do Congresso (porque depois dessas a gente não tem coragem de dar mais nenhuma).
- Nem a oposição nem a gripe pegaram Sarney. O presidente do senado está vendendo saúde. E sem licitação.
- Com a crise, dizem que o líder da oposição está rindo à toa. Mas os médicos já receitaram um valium e garantiram que isso passa logo.
- Depois de um período de baixo astral, quem está com tudo é o baixinho Romário. Mas a Polícia Federal vai pedir pra ele devolver pelo menos a metade.
- O PSDB presenteou a presidência da república com um aparelho de raio X. Eles querem ver a caveira do Lula.
- Em tempo de gripe, o ministro da saúde está trabalhando dobrado. Parece que é problema na coluna.
- Não convém convidar para a mesma mesa de pôquer Sarney e Artur Virgílio. Eles estão com o rei na barriga.
- E a transmissão da gripe suína já chegou a todo o país, com exceção de Belo Horizonte, que vai assistir ao VT completo de Cruzeiro x Atlético.
- E por falar em gripe: senhores senadores, antes de meter os pés pelas mãos, certifiquem-se de que eles estão bem lavados.
- Nem a oposição nem a gripe pegaram Sarney. O presidente do senado está vendendo saúde. E sem licitação.
- Com a crise, dizem que o líder da oposição está rindo à toa. Mas os médicos já receitaram um valium e garantiram que isso passa logo.
- Depois de um período de baixo astral, quem está com tudo é o baixinho Romário. Mas a Polícia Federal vai pedir pra ele devolver pelo menos a metade.
- O PSDB presenteou a presidência da república com um aparelho de raio X. Eles querem ver a caveira do Lula.
- Em tempo de gripe, o ministro da saúde está trabalhando dobrado. Parece que é problema na coluna.
- Não convém convidar para a mesma mesa de pôquer Sarney e Artur Virgílio. Eles estão com o rei na barriga.
- E a transmissão da gripe suína já chegou a todo o país, com exceção de Belo Horizonte, que vai assistir ao VT completo de Cruzeiro x Atlético.
- E por falar em gripe: senhores senadores, antes de meter os pés pelas mãos, certifiquem-se de que eles estão bem lavados.
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